Laser contra a calvície

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Procedimento aumenta o número de fios, que também nascem mais grossos

Alguns homens até aceitam, curtem e criam seu estilo em cima dela. Mas a calvície ainda incomoda muito. Com causas genéticas e hormonais, não tem jeito. Se você tem alguém calvo na família, a probabilidade de também vir a ser é grande.De acordo com o dermatologista Rubens Pontello Junior, de Londrina, a calvície – ou alopécia – também pode acometer as mulheres, mas de forma diferente. “Nos homens aparecem as falhas no cabelo, as chamadas ‘entradas’. Já nas mulheres os fios vão ficando mais ralos, atingindo principalmente o meio da cabeça”, explica. Nas pessoas sem problemas de calvície os fios crescem, têm um período estável e caem. Já em quem é calvo os fios demoram mais a nascer, nascem finos e depois não nascem mais.

 

Não é de hoje que a indústria farmacêutica e a medicina buscam formas de atenuar o problema, já que não há cura. Entre os tratamentos estão o uso de medicação – seja oral ou tópico e o laser. A medicação ainda enfrenta a resistência de alguns homens devido a um de seus possíveis efeitos colaterais, a diminuição da libido.

 

“O laser tem resultados mais contundentes. Ele cria uma microlesão no bulbo capilar (raiz do cabelo), estimula a formação de novos vasos e de substâncias que promovem o crescimento de novos fios. Com uma aplicação já temos um aumento de cerca de 20% no número de fios e de cerca de 20% a 30% de aumento na espessura desses novos fios”, explica Pontello Junior.

 

“Nas primeiras sessões o laser pode estimular a queda, mas isso é normal. É como se estivéssemos dando um ‘reset’ no crescimento dos fios. Nas mulheres pode haver quebra dos fios no início, mas depois eles nascem mais grossos. Entretanto, não há estudos indicando o laser como alternativa para pessoas que apenas querem engrossar os fios”, alerta.

 

Segundo o dermatologista, são indicadas inicialmente por volta de quatro sessões, com intervalos de duas a quatro semanas entre elas e depois sessões de manutenção a cada dois a quatro meses. Para melhores resultados a indicação é o uso simultâneo da medicação. “O laser forma microcanais no couro cabeludo e permite melhor absorção da medicação”, explica ele.

 

As aplicações são feitas em consultório e não alteram a rotina do paciente, que pode voltar ao trabalho logo após a sessão. Apesar de um leve desconforto, o tratamento não causa lesões e pode ser feito durante todo o ano. E ao contrário da medicação, que exige cuidados em mulheres em idade fértil, o laser não apresenta contraindicações.

 

Ainda de acordo com Pontello Junior, o paciente deve buscar tratamento assim que perceber diminuição no volume, fios mais finos e couro cabeludo mais visível. “Quanto mais cedo, melhor.”

 

Mudança rápida
O comerciante Rafael Fabri tem apenas 34 anos, mas já se incomodou com os primeiros sinais da calvície. Com parentes calvos, previa o que iria acontecer e por isso buscou ajuda médica.

“Já tinha perdido bastante cabelo, principalmente na parte superior da cabeça. Tomei finasterida mas não percebi muitos resultados. Quando o meu médico indicou o laser, resolvi experimentar e tem funcionado muito bem. Com poucas aplicações as pessoas já perceberam a mudança”, garante.

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